quinta-feira, 3 de julho de 2008

E o rádio, nao poderia faltar!

O módulo rádio foi antes que o módulo televisão, porém atrasamos esse post e estamos aqui agora para contar tudo sobre a experiência de fazer um programa de rádio...
Tivemos uma aula de teoria com o professor Mércio e o professor Pellanda, em que foi apresentada toda a história do rádio e até quais são as possíveis formas de sua evolução... A primeira tarefa proposta foi um boletim de cerca de 40 segundas sobre uma notícia que achassemos interessante. Com certeza, falar num rádio, sem nenhuma camera nos "espiando" foi bem mais fácil do que falar com uma camera na nossa frente. Na aula seguinte teríamos que apresentar um programa de rádio, com cerca de 20 minutos de duração e que poderia ser sobre um tema especial ou sobre notícias, atualidades. O meu programa e de mais seis meninas se chamou "Saltinho's Show" e tratamos desde política até cultura e curiosidades. Foi muito engraçado fazer o programa e eu já tenho um carinho especial pelo rádio. A Korman também gostou muito, aliás, as Gabrielas são parecidas...

Agora realmente chegamos ao fim...
As aulas de Laboratório de Jornalismo foram incriveis, pudemos ter a prática no primeiro semestre e perceber o que gostamos mais, o que gostamos menos e aprendemos a gostar de coisas que pensavamos que nao gostariamos. Além de incríveis, as aulas também foram divertidas e descontraídas, não tinha como não rir.


Esperamos que os próximos semestres tenham cadeiras assim...

Até a próxima!

Prática: A hora de fazer um programa de televisão

O primeiro exercício que fizemos no módulo Televisão foi o seguinte: deveríamos procurar uma notícia do nosso interesse, decorá-la ou entende-la, depende do nervosismo de cada um, e fazer um boletim de mais ou menos 40 segundos, em frente a uma câmera com uma luz no nosso rosto. Eu e a Gabi Korman estávamos muito nervosas, aliás, a maioria das pessoas estava. Porém, a Korman foi na raça e na coragem e disse tudo muito bem, mas eu, com pânico de televisão, de câmeras e de luz, disse uma, duas, três vezes e desisti. Eu sabia que não poderia fugir do programa de televisão que estava programado para a próxima semana... teria que me preparar..

O programa...

O programa foi bem mais tranqüilo. Como tinham muitas pessoas, um clima mais leve, e eu falaria sobre o que gosto – literatura – achei que dessa vez não teria erro. Porém, quem foi o nosso grande entrevistado da noite? O professor Schröder, o mais temido da PUC.
Aquele programa foi engraçado. Apesar do medo, saiu tudo bem e ainda fizemos uma sessão de fotos depois. Nosso programa contava até com uma garota do tempo e foi muito interativo.
No primeiro bloco eu fui a cameragirl e girava a câmera antes da hora certo, mas o professor Pellanda, com toda a calma, deu uma ajudinha.
Enfim, saímos vivas dessa experiência e no fim, foi muito divertido e o aprendizado foi enorme..

Por esse semestre é só!
Até a próxima!

Televisão... Vamos às teorias!

Nesse módulo aprendemos, principalmente com o professor Mércio, coisas que nem imaginávamos sobre a televisão analógica, desde as fases, que começa com a elitista em 1950, televisor considerado um luxo, apenas a elite econômica tinha acesso, até a fase atual que é a de convergência, que começou nos anos 2000 e é a fase das novas tecnologias, internet, qualidade digital, interatividade, que veremos melhor com o professor Pellanda. Ficamos perplexas com a dimensão que a televisão tem no Brasil, ela está presente em cerca de 90% dos lares brasileiros.
Na segunda aula de teoria, aprendemos, principalmente com o professor Pellanda, o rei das tecnologias, sobre a televisão digital. Ele nos apresentou o formato japonês (ISDB), que tem alta interatividade e alta mobilidade. Foi mostrado um vídeo com uma reportagem sobre a televisão de alta definição no Japão e a diferença entre a imagem digital e a imagem analógica e a mais nova forma de ver televisão no Japão, que é em movimento, através de celulares, etc. O formato de televisão digital americano foi totalmente descartado no Brasil e então ficamos entre o formato japonês e o formato europeu, mas pela mobilidade do formato japonês, ele foi adotado no Brasil. O formato europeu (DVB) é altamente interativo e tem SDTV. Aqui no Brasil foi cobrado algum tipo de tecnologia e então surgiu o Ginga, que é o software que vai rodar nas tevês digitais brasileiras. O formato então deverá ser metade japonês e metade brasileiro. O Ginga foi feito pela PUCRJ e pela Universidade da Paraíba. A PUCRS queria um software mais aberto, mas não foi aprovado.
Na realidade, a televisão digital funcionará assim: você está vendo uma notícia e poderá ver mais sobre essa notícia, caso se interesse, clicando em um botão de interatividade. O código criado pelo programa é praticamente o HTML, muito parecido. Porém, a interação na televisão nunca será a mesma que na internet. Na TV a interatividade é opinativa.
O governo teria a idéia de corte do sinal analógico daqui a alguns anos, mas o professor Pellanda disse que certamente o governo irá rever isso, pois talvez demore bem mais para o sinal digital atingir a toda população.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

2o Módulo: Jornal Impresso - parte final, com cortes e choro

Na 2a aula do 2o modulo, continuamos tratando a questão do jornalismo impresso. No primeiro momento, discutimos o ensaio de Ricardo Noblat “A arte de fazer um jornal diário”. O autor trata, principalmente, sobre os temas mais polêmicos e atuais e os problemas que o jornal impresso passa hoje como a má administração, a ética dentro da noticia, a função do repórter – e até onde ele pode ir, assim como a incessante busca por novos meios que atraiam o publico cada vez mais escasso. Fala também sobre o pouco interesse do jovem pela leitura de jornais, o que foi bastante comentado em sala de aula pelos colegas. Alguns acreditam que os jornais não investem nos futuros leitores, muito menos em inovações. Outros, criticam a alienação do jovem, mais interessado por outros meios de entretenimento e comunicação.

Em um segundo momento da aula, nos dividimos em vários grupos, cada um representando uma editoria, pois fora proposto que fizéssemos um jornal. Com as editorias definidas – Opinião, Mundo, Política, Esportes, Policial, Geral, Cultura – partimos para a busca de pautas e elaboração das notícias, que deveriam estar prontas na semana seguinte.
Fiquei com a editoria Política e abordei os 40 anos da Primavera de Praga, em conjunto com uma colega, que tratou sobre os 40 anos do AI-5. Não foi uma tarefa muito fácil, e, como não dei muita bola pela inexperiência para a diagramação, tive que cortar um belo e gordo pedaço do meu texto. Vivendo e aprendendo.

Após algumas aulas de preparação, confecção, ajustes e stress há boatos que o jornal está pronto, entretanto, não o vimos ainda. Esperemos então.

Aqui acaba o nosso módulo de texto. Foi legal, admito.

2o Módulo: Jornal Impresso

Um tanto quanto – digamos muito – atrasado, vai aqui um resumo do que foi o nosso 2o módulo na cadeira de Laboratório de Jornalismo – o jornal impresso.
A primeira aula teve como principal foco explicar o funcionamento de uma redação a partir do exemplo da Zero Hora. O processo da ZH ocorre todo em 24h, seguindo um padrão determinado:

8h – Reunião de pauta, “noção” da edição do jornal do dia
15h – 2a reunião, são definidas as pautas
18h – Segundo Caderno deve estar pronto
24h – 1a edição do jornal é fechada
2h – 2a edição do jornal é feita, acrescenta-se fatos que possam ter ocorrido entre a madrugada e se corrige erros da 1a edição
3h – Edição encerrada
8h – E mais um dia de trabalha se inicia...

Neste momento, surgiram várias duvidas dos colegas, coisas, na realidade, curiosas que todos queriam saber a respeito do funcionamento de uma redação. Uma das perguntas era a seguinte: “E se sai alguma coisa muito errada no jornal e só depois que ele já foi mandado ser impresso nas máquinas é que se nota?” outra, parecida e complementadora: “Quando e quem decide se este erro deve ser corrigido?”

Como todos sabem, tempo é dinheiro. E numa redação, alem de tempo, papel é dinheiro. Tomar uma decisão a respeito de um erro no jornal é muito delicado, pois, ao se decidir parar, muito dinheiro é posto na lata de lixo – tanto pelo papel gasto em vão quanto pelo tempo perdido. Por isso, a decisão de parar a impressão só pode ser tomada em casos muito relativos, de extrema, mas assim...EXTREMA necessidade, pelo editor ou pelo dono do jornal. Por isso que se diz que uma das frases mais emblemáticas, mitológicas ou sei lá o quê do jornalismo é “PAREM AS MÁQUINAS!”. O jornalista que ouvir isso um dia pode ter a certeza de ter presenciado um momento único dentro de sua redação.

Outra pergunta que não queria calar: “Como é feito o jornal de domingo?” Muitos acreditam que são formigas proletárias que o confeccionam, entretanto, os professores abriram o jogo para nós, alunos. O jornal dominical é feito na madrugada de sexta-feira para sábado. Se você ainda não notou, caro amigo, note agora – não é por acaso que este jornal não tem notícias, literalmente, do dia. Ele é produzido em um formato atemporal, por isso que ele contempla tantos cadernos de variedades, como uma grande magazine.

Após as informações relevantes, começou-se uma discussão sobre o futuro dos jornais, a queda nas vendas e como competir com formatos cada vez mais avançados e tecnológicos de se fazer notícia. O professor Pellanda mostrou uma possível alternativa de “salvação” do jornal impresso – se é que ele precisa ser salvo, isso também é uma questão – o e-paper, um tipo de papel eletrônico que, futuramente, pode engolir o papel real.

Esta foi a primeira aula sobre o jornalismo impresso. Logo será relatado os acontecimentos seguintes a esta aula, como a confecção de nosso próprio jornal.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Internet, blogs e modernização

Nossa primeira aula 'de verdade' foi sobre Internet. Tudo bem que isso faz um bom tempo, mas jamais vou me esquecer dessa aula, pois aprendi muita coisa útil com ela. Foi apresentado todo o conceito de Internet, desde o surgimento durante a Guerra Fria até a evolução contínua nos dias de hoje. Aprendi que a globalização começou em meados dos anos sessenta, setenta e que não é um fenomeno atual, como eu pensava.
Até a contracultura apareceu nessa aula. Incrível. Ficamos sabendo que a democratização da comunicação mundial foi feita por progamadores hippies e patrocinadas pelo governo americano sem que esse soubesse. Sério, incrível.
Mas, na realidade, o que mais me chamou atenção foi o fato de ter descoberto que o criador da web se chama Tim Berners-Lee. Ele virou meu ídolo desde então.
Depois de toda uma linha do tempo desde os anos sessenta, chegamos até os tempos de hoje.
Além disso, o que mais chamou a minha atenção foi a Web 2.0 e como o número de leitores de blog é enorme no Brasil (10 milhões/fevereiro de 2008). Pensando nisso, escrevi uma coluna para o site Digestivo Cultural, no especial do mês sobre Blogueiros x Jornalistas, e essa aula, sem duvidas foi muito importante para realização de tal.

Segue o link da coluna:
http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=2520

Valeu!

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Eu

Meu nome não é "eu", mas eu sou a Gabriela Korman. Quase ninguém me chama de Gabriela, talvez só minha mãe quando tá braba. Quase ninguém me chama de Gabi, talvez só minha mãe quando não tá braba e o resto dos meus familiares e de vez em quando alguns amigos, principalmente quando querem alguma coisa. Enfim, quase todo mundo me chama de Korman, assim como chamam meu irmão e meu pai. Mas isso não importa muito, me chamem como quiserem.

Sou estudante do 1o semestre de jornalismo na FAMECOS (PUCRS) e, atualmente, faço estágio na CyberFam. Não sei exatamente o que pretendo com o curso, só sei que pretendo muitas coisas, de preferência pra ontem. Meus interesses giram em torno de política, história, tecnologia, música, literatura e cultura em geral. Portanto, presumo que meu futuro profissional estará ligado a algum desses itens, mas como não sei nem o que vou lanchar daqui uns 30min não posso prometer nada.

Administro o site da Chazit Hanoar, movimento juvenil do qual faço parte desde 1998. Trabalho no jornal também, sendo uma das colunistas. Possuo um blog de cunho...digamos, juvenil, desde 2004. Atualmente trabalho junto com a Livraria Cultura no "Projeto do Rock" - espécie de talk-show mensal sobre a história e cultura do rock'n'roll, com participações em 2007 de Carlo Pianta, Daniel Tessler, Alemão Ronaldo e a banda Tarcisio Meira's Band.

Obrigada por lerem esta síntese narcisista sobre mim.

Primeiro & Desajeitado Post

Como começar uma apresentação sem que ela se torne narcisista ou chata? Bem, não tenho a mínima idéia, mas juro que vou tentar.

Como vai se descobrir no final desse post, me chamo Gabriela Vargas, conhecida por alguns apenas como Vargas, por outros como Gabi e por outros mais como Gabi Vargas. Estou no primeiro semestre de Jornalismo (noite) na PUC e adoro o curso, apesar de muitaaas cadeiras.

Ainda estou me acostumando com o ritmo frenético da universidade e tenho vários planos para o futuro. Faço estágio na RadioFam (a rádio da Famecos) e estou descobrindo o rádio, algo que me enganei ao achar que nunca gostaria, por ser tímida, achar minha voz inapropriada, etc.

Além disso, sou colaboradora do site Digestivo Cultural, desde o ano passado. Tenho paixão por esse site e foi com ele que tive certeza que o jornalismo era a profissão que eu queria para a minha vida. Lá aprendo cada dia algo novo, interessante. Faço resenhas literárias e cada dia elas evoluem mais devido a algumas pessoas que me ajudam muito, como o editor Julio Daio Borges e o editor-assistente Rafael Rodrigues. Definitivamente, me sinto uma pessoa com sorte de, aos dezessete anos, integrar uma equipe tão boa e competente.

Contribuo também para o site Artistas Gaúchos, do jornalista e escritor Marcelo Spalding. Lá, faço reportagens sobre a cultura e o que rola nesse meio aqui no Rio Grande do Sul. Esse também é um trabalho muito gratificante, porque tenho a oportunidade de conhecer muitas pessoas e ir a eventos culturais muito interessantes.

Por fim, também tenho meu blog há um ano, como uma espécie de diário de bordo, nada profissional e ali, sim, algo parecido com os sentimentos e vivencias de uma garota de dezessete anos recém feitos.

Espero não ter sido chata! Não sei lidar muito bem com apresentações.