quinta-feira, 3 de julho de 2008

Televisão... Vamos às teorias!

Nesse módulo aprendemos, principalmente com o professor Mércio, coisas que nem imaginávamos sobre a televisão analógica, desde as fases, que começa com a elitista em 1950, televisor considerado um luxo, apenas a elite econômica tinha acesso, até a fase atual que é a de convergência, que começou nos anos 2000 e é a fase das novas tecnologias, internet, qualidade digital, interatividade, que veremos melhor com o professor Pellanda. Ficamos perplexas com a dimensão que a televisão tem no Brasil, ela está presente em cerca de 90% dos lares brasileiros.
Na segunda aula de teoria, aprendemos, principalmente com o professor Pellanda, o rei das tecnologias, sobre a televisão digital. Ele nos apresentou o formato japonês (ISDB), que tem alta interatividade e alta mobilidade. Foi mostrado um vídeo com uma reportagem sobre a televisão de alta definição no Japão e a diferença entre a imagem digital e a imagem analógica e a mais nova forma de ver televisão no Japão, que é em movimento, através de celulares, etc. O formato de televisão digital americano foi totalmente descartado no Brasil e então ficamos entre o formato japonês e o formato europeu, mas pela mobilidade do formato japonês, ele foi adotado no Brasil. O formato europeu (DVB) é altamente interativo e tem SDTV. Aqui no Brasil foi cobrado algum tipo de tecnologia e então surgiu o Ginga, que é o software que vai rodar nas tevês digitais brasileiras. O formato então deverá ser metade japonês e metade brasileiro. O Ginga foi feito pela PUCRJ e pela Universidade da Paraíba. A PUCRS queria um software mais aberto, mas não foi aprovado.
Na realidade, a televisão digital funcionará assim: você está vendo uma notícia e poderá ver mais sobre essa notícia, caso se interesse, clicando em um botão de interatividade. O código criado pelo programa é praticamente o HTML, muito parecido. Porém, a interação na televisão nunca será a mesma que na internet. Na TV a interatividade é opinativa.
O governo teria a idéia de corte do sinal analógico daqui a alguns anos, mas o professor Pellanda disse que certamente o governo irá rever isso, pois talvez demore bem mais para o sinal digital atingir a toda população.

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